Fortaleza, 10 de março de 2026

CGM Fortaleza debate normativo de modelo de Governança Digital Sistêmica

Encontro reuniu representantes de seis órgãos municipais para discutir minuta de decreto que institucionaliza política pública com foco em transformação digital

A Prefeitura de Fortaleza debateu, na sexta-feira (06/03), no Paço Municipal, a minuta de decreto que institui a Governança Digital Sistêmica (GDS) do Município. A reunião, coordenada pela Controladoria e Ouvidoria Geral do Município (CGM), que lidera o Comitê de Governança Digital Sistêmica, discutiu normativos, competências e a proposta de regulamento que deve institucionalizar o modelo. Participaram pontos focais e técnicos da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog); da Fundação de Ciência, Tecnologia e Inovação (Citinova); da Procuradoria Geral do Município (PGM); da Secretaria de Finanças (Sefin); e do Instituto de Pesquisa e Planejamento de Fortaleza (IPPLAN).

Durante a apresentação, a secretária-chefe da CGM, Silvia Correia, destacou a importância de consolidar um normativo que sirva de referência para todos os órgãos municipais. “A proposta é consolidar junto com os demais integrantes do comitê um normativo que sirva de referência para a política de governança digital, onde cada ente do município possa identificar de forma clara e objetiva suas áreas de atuação. E dessa forma, proporcionar projetos e iniciativas que impactem diretamente em benefício do cidadão”, afirmou Silvia Correia.

A proposta apresentada será analisada pelos secretários, que poderão apresentar propostas, bem como acrescentar temas e questões relacionadas às suas áreas de atuação, para uma nova discussão a ser apresentada ao comitê na próxima semana, com data prevista para 13 de março.

Saiba mais – A política de governança pública se baseia em liderança, estratégia e controle para orientar as ações do Município. O modelo adotado no Município estrutura-se em abordagem hierárquica com três níveis de decisão e operação. No primeiro nível, o Comitê de Governança de TIC e Inovação assume a liderança e o direcionamento estratégico, com responsabilidade sobre a elaboração de políticas e diretrizes de governança de dados, segurança da informação, infraestrutura tecnológica e inovação. A coordenação é da CGM, com participação da Segov, Citinova, PGM, IPPLAN, Sepog e Sefin.

O segundo nível fica a cargo dos órgãos, responsáveis por implementar as políticas e elaborar planos que desdobrem a estratégia definida pelo comitê. Já o terceiro nível representa a linha operacional, encarregada das execuções, manutenções, capacitações e melhorias contínuas dos processos, podendo organizar-se como Rede Municipal de TIC e Inovação.

Fonte:

CGM Fortaleza

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