Mato Grosso, 10 de setembro de 2026
CGE-MT reforça compromisso com agenda ambiental ao acompanhar destinação de resíduos
A Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) vem fortalecendo a agenda ambiental como parte das ações de sustentabilidade e integridade institucional. Na quarta-feira (09.09), a equipe da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) realizou visita técnica à empresa responsável pela coleta, triagem, processamento, tratamento e destinação dos resíduos produzidos pela instituição. A iniciativa permitiu acompanhar o percurso dos materiais após a coleta e conhecer as práticas adotadas para sua destinação adequada.
Na central de triagem, a equipe acompanhou a rotina de separação dos materiais e conheceu o trabalho desenvolvido pela cooperativa de catadores que recebe os recicláveis coletados na Controladoria.
O serviço contratado pela CGE-MT contempla a coleta de recicláveis, rejeitos, resíduos orgânicos e materiais provenientes de poda e capina. Cada categoria recebe uma destinação específica, com emissão de certificação. Os recicláveis seguem para triagem, os resíduos orgânicos puros e os provenientes de poda e capina são destinados à compostagem, enquanto os rejeitos são encaminhados a aterro sanitário licenciado.
Para o auditor e integrante da A3P, Clenio Paes, a visita possibilitou conhecer de forma mais próxima as etapas realizadas após a coleta dos resíduos e verificar oportunidades de aprimoramento no gerenciamento adotado pela Controladoria.
“Conhecer esse processo é importante para avaliarmos como os resíduos da CGE estão sendo destinados e quais melhorias podemos implementar internamente. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais a quantidade de resíduos que deixa de ser encaminhada ao aterro sanitário”, explicou.
Orientação é separar na origem
O representante da empresa contratada, Lucas Ferreira, destacou que a separação dos resíduos deve ser feita ainda no local onde eles são gerados. Segundo ele, mesmo quando diferentes materiais são transportados juntos por questões logísticas, a separação realizada na origem facilita o trabalho da equipe responsável pela triagem.
Uma das orientações apresentadas durante a visita diz respeito aos materiais cuja classificação gera dúvida. Nesses casos, a recomendação é encaminhá-los para o reciclável, deixando a avaliação final para os profissionais que atuam na triagem.
“Quem está na triagem é especialista em separar os materiais. Então, na dúvida, é melhor colocar no reciclável. A separação tem que ser feita desde a origem”, explicou Lucas.
Reciclagem também gera renda
A visita também possibilitou conhecer o impacto social da atividade de reciclagem. Lucimeire de Jesus, integrante da cooperativa que recebe os materiais, contou que começou a trabalhar com reciclagem ainda na infância, seguindo uma trajetória iniciada pelo avô e continuada pela mãe.
Atualmente, ela trabalha oito horas por dia na atividade e destaca que a reciclagem representa fonte de renda para as cooperadas e suas famílias. “Continuar separando é essencial. Quando o servidor separa corretamente, ele está ajudando o meio ambiente e também contribuindo para o trabalho da cooperativa, porque aquele material pode gerar renda para as famílias”, afirmou.
Fonte:
CGE-MT